Mais
da metade dos empresários do setor de comércio e serviços aprova a
regulamentação do trabalho intermitente, aquele no qual o trabalhador é
remunerado por horas trabalhadas ou por produtividade.
A
maioria também acredita que esse novo formato de contrato resultaria, num curto
espaço de tempo, em aumento do emprego. Essa é a principal conclusão de uma
pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo
SPC Brasil.
A
enquete ouviu 822 empresários do setor no País, de empresas de todos os
tamanhos, na primeira quinzena de agosto.
